terça-feira, 27 de julho de 2010

"narrativas subsequentes"


"quase"
2011


Quase coisa são estalos singelos de denominamos como realidade, o fio perceptivo que tece cada sentido do meu, do seu e do passo de qualquer um. Quase é movimento, perfuração visceral, ressonâncias que sobrevivem, declara o que envolve, o que já faz parte sem querer. O menino solta uma pipa imaginada, sorri, relata o possível, a ironia do invisível. O menino debocha, declara guerra ao absoluto e indaga o obvio como contrapartida ao próprio sorriso.